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Aracaju: quais leis municipais tratam da população em situação de rua?

  • 20 de jul.
  • 3 min de leitura

Atualizado: 19 de ago.



Desde 6 de julho de 2010, Aracaju passou a ter uma data dedicada à reflexão sobre a população em situação de rua. Inicialmente instituída como Dia do Morador de Rua e, posteriormente, renomeada para Dia de Luta pela População em Situação de Rua, o marco foi incluído no calendário oficial do município.


A lei também estimulava a doação de alimentos, utensílios e a realização de parcerias com a iniciativa privada para arrecadar roupas, cobertores, brinquedos, itens de higiene pessoal e outros objetos destinados às necessidades básicas.


O que sempre me chamou a atenção foi o fato de o poder público transferir à sociedade parte dessa responsabilidade. E o próprio Estado, onde entra? Até quando grupos voluntários, igrejas e a solidariedade de pessoas anônimas continuarão sendo a principal rede de apoio para quem vive nas ruas? Essas iniciativas têm valor e cumprem um papel importante, mas não substituem políticas públicas capazes de garantir direitos. Afinal, essas pessoas precisam de terra, teto e trabalho.


É verdade que Aracaju conta com equipamentos e serviços voltados para essa população, como abrigos, o Centro POP, o Consultório na Rua e equipes de abordagem social, em consonância com a Política Nacional para a População em Situação de Rua. Mas isso leva a outra pergunta: e as leis municipais construídas a partir das demandas dessa comunidade? Quais projetos foram apresentados, debatidos e aprovados ao longo dos anos? O que, de fato, a Câmara Municipal e a Prefeitura produziram para além da assistência imediata?


Confira a relação dessa legislação pesquisadas no site da Câmara Municipal de Aracaju (CMA):


 
 
 

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